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Economistas Expressam Preocupação com o Aumento da Violência Criminal em Moçambique
Os economistas em Moçambique solicitaram hoje uma investigação urgente e imparcial sobre o duplo homicídio de dois apoiantes do candidato presidencial Venâncio Mondlane. Em um comunicado da Associação Moçambicana de Economistas (Amecon), destacaram que os “crimes violentos” que afetam o país, especialmente os raptos, comprometem o ambiente de negócios.
Os economistas pedem à polícia e ao sistema judiciário que atuem rapidamente para esclarecer esses assassinatos, enquanto incentivam a população a manter a calma. Eles aguardam esclarecimentos das autoridades sobre crimes que ameaçam a estabilidade política, econômica e social.
No sábado, a polícia confirmou que a viatura onde estavam Elvino Dias, advogado de Mondlane, e Paulo Guambe, do partido Podemos, foi emboscada, resultando na morte deles e em ferimentos a uma terceira ocupante. O crime ocorreu na avenida Joaquim Chissano, em Maputo, durante a noite.
Elvino Dias, conhecido defensor dos direitos humanos, e Paulo Guambe, importante na candidatura de Mondlane, contribuíram significativamente para o desenvolvimento do país. Ambos eram ativos na promoção da justiça e do bem comum.
As eleições gerais de 9 de outubro, que incluíram eleições presidenciais, legislativas e para assembleias provinciais, estão sob análise, com resultados preliminares indicando vantagem para a Frelimo, partido no poder. Mondlane, que contesta esses resultados, anunciou que recorrerá ao Conselho Constitucional.
O Governo português, a União Europeia e diversas embaixadas em Maputo condenaram os assassinatos, pedindo uma investigação rápida e abrangente.
