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| Foto: GettyImages |
Em Reim, no local do massacre ocorrido durante o festival de música Nova, onde mais de 370 vidas foram perdidas, uma multidão em luto destacou o início das cerimônias com um minuto de silêncio, exatamente às 06h29 (04h29 em Lisboa). Esse foi o momento em que o movimento islâmico palestiniano desencadeou o ataque sem precedentes no sul de Israel.
O presidente de Israel, Isaac Herzog, esteve presente e se encontrou com as famílias das vítimas.
A cerimônia em memória é a primeira de uma série de atividades programadas para o dia, enquanto o país enfrenta um conflito em Gaza e também no Líbano, onde as forças israelitas iniciaram uma ofensiva terrestre contra o grupo militante Hezbollah.
Um ano atrás, combatentes do Hamas, provenientes de Gaza, realizaram uma incursão no sul de Israel, utilizando explosivos e escavadeiras para romper a barreira que cercava a região palestiniana. Eles atacaram de forma indiscriminada em 'kibutzs', instalações militares e no festival Nova.
Após os ataques, o exército israelita lançou uma forte ofensiva contra a Faixa de Gaza, com o objetivo de eliminar o Hamas, que está no poder na região desde 2007.
A incursão do Hamas, que pegou Israel de surpresa, resultou na morte de 1.205 pessoas, a maioria civis, conforme dados da agência de notícias France-Presse (AFP), com base em estatísticas oficiais israelenses, incluindo os reféns falecidos durante a captura.
Em resposta, as ações militares na Faixa de Gaza causaram a morte de pelo menos 41.825 pessoas, na sua maioria civis, de acordo com informações do Ministério da Saúde do governo do Hamas, as quais são consideradas confiáveis pela ONU.
