Moçambique e África do Sul destacam prejuízos no comércio e reforçam segurança fronteiriça
Moçambique e África do Sul reconheceram as perdas econômicas decorrentes de protestos em território moçambicano e decidiram intensificar a segurança nas infraestruturas que sustentam o comércio bilateral. Os ministros do Interior de Moçambique, Pascoal Ronda, e das Relações Internacionais e Cooperação da África do Sul, Ronald Lamola, reafirmaram a necessidade de manter as fronteiras abertas e minimizar os impactos sobre o fluxo de bens e pessoas.
Durante o encontro realizado em Malelane, na província sul-africana de Mpumalanga, os dois ministros destacaram que os protestos, iniciados em 21 de outubro, têm causado prejuízos consideráveis a empresas e afetado significativamente as economias de ambos os países.
“Essas perturbações geraram impactos negativos expressivos, comprometendo a circulação de mercadorias e de pessoas. Muitas empresas enfrentaram grandes perdas devido à interrupção do comércio, e, caso a situação persista, existe o risco de insegurança alimentar e energética”, afirmou Pascoal Ronda.
